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Corrigir a tabela do Imposto de Renda é urgente

Category : Sistemas

Em meio a um conjunto de aumento de impostos e de restrições ao crédito, a inflação volta a mostrar suas garras. Em janeiro, atingiu 1,24%, a maior elevação para o período em 12 anos. Como se não bastasse, o governo silencia sobre a correção da tabela do Imposto de Renda Pessoa Física, uma regra compulsória aplicada sobre o salário do trabalhador, da qual é impossível escapar. Ou seja, a política de arrocho imposta pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, corrói a renda do trabalhador no varejo e no atacado; na ponta da compra e na ponta do ganho.

O veto da presidente Dilma Rousseff (PT) à correção de 6,5% na tabela do IR, aprovada em dezembro pelo Congresso Nacional, traz à tona o debate sobre a defasagem acumulada desde 1996, que já chega a estratosféricos 64%, de acordo com estudo do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Sindifisco Nacional). A justificativa do governo é que a alíquota causaria uma baixa de R$ 7 bilhões no orçamento federal. Parece muito, mas, aparentemente, é menos do que a corrupção subtraiu da Petrobras.

Ainda segundo o Sindifisco, se a presidente tivesse sancionado a correção de 6,5%, os trabalhadores com ganhos até R$ 1.903,38 ficariam isentos. Atualmente, quem tem rendimento acima de R$ 1.787,00 já é contribuinte. Um absurdo, diga-se de passagem. Para efeito de comparação, nos últimos 19 anos, entre 1996 e 2014, a tabela foi atualizada em 98,6%, enquanto o IPCA, que mede a inflação oficial do País, subiu 226,3%. Defasagens acumuladas à parte, o debate que se impõe no momento não é sobre perdas passadas, na medida em que seria impossível recuperar de uma só vez tudo o que foi sugado do bolso do trabalhador em anos; o que se impõe é a definição de um percentual, mínimo que seja, que reduza a carga de descontos no contracheque nosso de cada mês.

Com o veto aos 6,5%, o governo se comprometeu a encaminhar uma nova medida provisória ao Congresso, atualizando a tabela em 4,5% — pouco, mas melhor do que nada —, algo que não fez até agora. Com isso, o trabalhador segue pagando mais do que deve e o governo arrecadando mais do que seria justo ou merecido. O que surpreende em tudo isso é o silêncio das centrais sindicais. Em outros tempos, a Central Única dos Trabalhadores (CUT), tido como um dos sindicatos mais combativos do País, já teria tomado as ruas em protesto contra esse verdadeiro confisco tributário. Mas não é o que se vê. Aliás, foram as próprias centrais que concordaram com o reajuste anual de 4,5% proposto pela presidente Dilma em seu primeiro mandato, tendo como base o centro da meta de inflação. Só que durante o período, a inflação esteve sempre mais próxima do teto que do centro, o que explica a evolução do descompasso entre a tabela e o custo de vida.

Resta saber se o governo, caso venha a corrigir as alíquotas do Imposto de Renda nos próximos meses, adotará o efeito retroativo sobre o período em que o contribuinte recolheu imposto a mais. Segundo avaliação de tributaristas, esta devolução poderia ser feita de duas formas. Na primeira delas, as empresas compensariam o que foi retido a mais na fonte. Na segunda, a compensação seria feita na declaração do IR a ser entregue em 2016. Qualquer uma da hipóteses não repõem as perdas nem encerra a questão, mas já representaria um alívio ao orçamento do trabalhador.

Fonte: Jornal do Comércio RS


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Informações do “eSocial”: Status do projeto e próximos passos

Category : Notícias

Tenho sido bastante questionado sobre o “eSocial”, afinal, é enorme a expectativa das empresas em saber como estão as tratativas com o Comitê Gestor, a divulgação dos manuais  técnicos e a nova versão (2.0) dos leiautes, além do cronograma oficial de implantação – esperava-se que seriam publicados ainda em dezembro/2014, o que não ocorreu.

Primeiramente, é relevante considerar que ocorreram grandes mudanças na composição do Comitê Gestor do eSocial.

Desde 2010, quando se iniciaram os debates sobre esta nova obrigação federal, os auditores-fiscais Daniel Belmiro Fontes (Coordenador de Sistemas de Fiscalização) e Samuel Kruger, foram então indicados representantes da Receita Federal do Brasil (RFB) no projeto. No entanto, recentemente, ambos foram designados para novos comitês, de modo que, devem ser supridas as respectivas vagas deixadas no Comitê Gestor do eSocial – situação que, por si só, já atrasaria o andamento dos trabalhos.

A título ilustrativo, a Portaria 1/2015 da Secretaria da Micro e Pequena Empresa nomeou Daniel Belmiro Fontes como suplente na vaga de Secretário da Receita Federal do Brasil no Comitê para a Gestão da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e Legalização de Empresas e Negócios (CGSIM).

Não obstante esta mudança ocorrida no Comitê Gestor do eSocial, as turbulências inerentes à mudança de mandato presidencial, aliadas à edição de algumas Medidas Provisórias que impactaram no projeto (como é o caso da MP 664/2014), não permitiram que fosse cumprido o cronograma pactuado no âmbito dos Grupo de Trabalho.

Reitero, porém, que os envolvidos estão trabalhando intensamente para que referida publicação ocorra ainda em fevereiro/2015. Vamos aguardar!

Fabio João Rodrigues – Advogado e Consultor Jurídico-Empresarial


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Novo prazo da declaração ao COAF para contadores

Category : Notícias

O Conselho Federal de Contabilidade (CFC), por meio de comunicado, emitido no dia 28 de janeiro de 2015, prorrogou o prazo final de entrega da declaração negativa para o COAF de 31 de janeiro para 28 de fevereiro de 2015.

A comunicação negativa é obrigatória aos profissionais da Contabilidade e ou Organizações Contábeis que realizaram, mesmo que eventualmente, serviços de assessoria, consultoria, contadoria, auditoria, aconselhamento ou assistência, citado na Lei nº 9.613/98 alterada pela Lei nº 12.683/12 e regulamentado pela Resolução CFC nº 1.445/13.

Inclusive o CFC criou uma cartilha com perguntas e respostas sobre a aplicação da Resolução CFC n.º 1.445/13 para auxiliar os contabilistas que se encontra disponível no seu portal, clique aqui para acesso.

Veja a integra a Lei nº 9.613/98 e também a Resolução CFC nº 1.445/13.

 

Fonte: http://blog.jbsoftware.com.br/arquivos/2966


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Atualização JBFolha

Category : Sistemas

Foi liberada a atualização do sistema JB Folha versão 4.05.03.0.


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Tabela do IRRF para 2015 ainda não saiu – use a de 2014!

Category : Notícias

Ainda não há tabela de IRRF para 2015.
A orientação é continuar usando a tabela de 2014 até que se tenha uma definição.
A MP 656/14 trouxe um reajuste de 6,5% mas que não foi apreciado e não deve ser sancionado pela Presidente Dilma.
Então, ficamos no que não ainda não temos, usem a tabela de 2014 por enquanto.
Leia a seguir matéria publicada no O Globo no dia 13/01/2015, onde o ministro diz que nem ele sabe… eheheheh…
Link:

http://oglobo.globo.com/economia/joaquim-levy-diz-que-ainda-nao-ha-decisao-sobre-correcao-da-tabela-do-ir-15038609

http://www.bsbcapital.com.br/joaquim-levy-diz-que-ainda-nao-ha-decisao-sobre-correcao-da-tabela-ir/